Cabinda Não é Angola! Le Cabinda N'est pas l'Angola! Cabinda Is Not Angola!
03.09.2014      22h59'

Cabinda: População do Cabassango volta consumir água potável dois anos depois!

Os moradores de algumas áreas de Cabassango, município de Tchiowa em Cabinda, voltam a consumir água potável dois anos depois, reportou a imprensa.

O fornecimento deste precioso líquido, é fruto de abertura de furos artesianos em várias aldeias do territorio de Cabindap, projectos que visam fornecer água potável às populações de algumas áreas recônditas da região.

Os populares de Cabassango mostram-se satisfeitos por estarem agora a consumir água potável e prometem conservar o empreendimento.

“Graças a Deus terminou a vida de comprar a água nos tanques” disse uma das moradoras da localidade.

Salomâo Ntula/ Tchiowa-City

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Version Française

Cabinda : La Population de Cabassango Reprend à consommer de l'eau potable deux ans après l'Arrêt!

Les habitants de quelques secteurs de Cabassango, banlieue de la ville de Tchiowa au Cabinda, consomment à nouveau de l'eau potable deux ans ensuite, a reporté la presse.

L'approvisionnement de ce précieux liquide, est le fruit d'ouverture de trous artésiens dans plusieurs villages du territoire du Cabinda,

Les projets lesquels visent à fournir de l'eau potable aux populations de quelques secteurs donnés de la région.

Les populaires de Cabassango se montrent satisfaits d'être maintenant à consommer de l'eau potable et promettent de conserver l'entreprise.

« Grâce à Dieu on a fini la vie d'acheter de l'eau dans les réservoirs » a dit une des habitantes de la localité.

Salomâo Ntula Tchiowa-City


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20.08.2014  07h29'

FLASH INFO!
L'Arrestation de Francisco de Assis Peso Bambi se Confirme!
de Petit John à Lad.


Lad/Angola- Selon les sources concordantes en Afrique australe plus précisément dans la capitale angolaise Luanda, l'ex-secrétaire général du CSC/FLEC (Conseil Suprême de Coordination du Front de Libération de l' Etat du Cabindale très charismatique Francisco de Assis Peso Bambi serait en détention depuis + de 90 jours déjà et interné non pas à la prison de Vianna mais dans un endroit tenu secret et connu des seuls pouvoirs politiques et militaires angolaises du MPLA du sanguinaire Dos Santos.

Francisco de Assis Peso Bambi domicilié dans la ville portuaire de Pointe-Noire/capitale économique du Congo-Brazzaville, pays voisin immédiat du Cabinda,Francisco de Assis Peso Bambi y vivait modestement avec Dame Madalena Destino-Bambi une femme affairiste originaire de Bucu Zau dans le territoire du Cabinda (ex veuve Dongani) et épousée en seconde noce il y a 10ans passé.

Approché discrètement par les services secrets angolais au Congo depuis un certain temps, il s'était vu promettre monts et merveilles par l'occupant angolais et par un tour de "magie" ce dernier se serait retrouvé à Luanda au grand damne de ses amis qui ont tous été surpris de la nouvelle sur cette aventure irréfléchi dont l'ex-secrétaire du CSC/FLEC Francisco de Assis Peso Bambi aujourd'hui victime.

Comme toujours rien filtre et ne se sait ni se dit, mais le SIFL(Service d'intelligence Cabindaise du FLEC) peut d'ores et déjà affirmer sans ambiguïté que Francisco de Assis Peso Bambi  serait bien tombé dans un piège bien huilé angolais, véritable traquenard qui consiste à promettre à l'intéressé beaucoup d'argent et un cadre de vie décent plein aux "As" en échange d'une  supposée "vassalité" à vie au régime de la junte militaire sanguinaire du MPLA au pouvoir en Angola depuis 40 ans!

En parlant de traquenard angolais cela fait rappeler exactement le même:L'Appât du gain; qu'avait subit le très controversé et tumultueux Antonio Luis Lopez parti vers l'inconnu et plongé dans une aventure similairement mouvementée toujours à Luanda!

Pour l'entourage immédiat de Peso Bambi il serait porté disparut tout comme son épouse devenue subitement aussi invisible que son homme.
Histoire des Bambi à suivre...


Petit John/SIFL
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Version Portugaise
 

 Info Último!

A Detençáo de Francisco de Assis Peso Bambi confirma-se!
de  Petit John em Lad.


Lad/Angola de acordo com as fontes que concordam na África austral mais precisamente na capital angolana Luanda, o ex-secretário geral da CSC/FLEC o carismático Francisco de Assis Peso Bambi estaria detido desde já + de 90 dias  e internada numa prisão tida secreta e conhecida dos únicos poderes políticos e militares angolanos do MPLA do sanguinário Dos Santos.

Francisco de Assis Peso Bambi resedente na cidade portuária de Ponta-Negra/capital económica da republica do Congo-Brazzaville, país vizinho imediato do territorio de Cabinda, vivava modestamente com Dona Madalena Destino-Bambi uma mulher de negocis. natural de Bucu Zau no território de Cabinda (ex viúva Dongani) e casado em segundo casamento ha 10 anos com Peso Bambi.

Aproximado discretamente pelos serviços secretos angolanos no Congo desde um certo tempo, tinha-se visto prometer montes e maravilhas pelo ocupante angolano e por contacto secreto este último foi pra Angola em Luanda sem o conhcimentoao dos seus amigos que foram surpreendidos da notícia sobre esta aventura imprudentes incluindo o antigo exsecretário do CSC/FLEC Francisco de Assis Peso Bambi hoje vítima.

Como sempre nada filtra e não se sabe nem diz-se, mas o SIFL (Serviço de inteligência Cabindesa da FLEC) pode já afirmar claramente que o Sr Francisco de Assis Peso Bambi teria caído numa armadilha bem lubrificada pela secreta angolana, verdadeira armadilha que consiste a prometer ao interessado muito dinheiro e um quadro de vida decente  “com nota verde $” em troca duma suposta “capitulação ” e servidor à vida ao regime da junta militar sanguinário do MPLA no poder na Angola desde 40 anos!

Falando de cilada angolana aquilo faz recordar exatamente o mesmo: O Incentivo do lucro;  onde tinha caído o muito contravertido e tumultuoso Antonio Luis Lopez que foi para uma terra desconhecida e mergulhado numa aventura similarmente movimentada sempre em Luanda!

Para o ambiente imediato de Peso Bambi este ultimo so desapareceu da mesma maneira que a sua esposa maria madalena quem ficou também invisível como o seu homem e marido.

História dos Bambi a seguir!

Petit John/SIFL

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10.08.2014   00h39'

"Povo de Cabinda nunca se renderá à ocupação por parte de Angola", diz líder da FLEC


Alemanha - Em entrevista exclusiva à DW África, Alexandre Tati, presidente da FLEC / FAC (Frente de Libertação do Estado de Cabinda / Forças Armadas de Cabinda) acusa o Governo de Luanda de falta de vontade de paz.

A questão de Cabinda continua por resolver: enquanto muitos cabindas se queixam de repressão e ocupação militar por parte do regime de Luanda, o Governo angolano continua a afirmar que não há conflito naquela província e que está empenhado em resolver qualquer questão que possa surgir "por via do diálogo".

O Presidente da resistência de Cabinda, que, segundo o próprio, se encontra "no mato, em território cabindês", diz que o movimento está "mais vivo e unido do que há uns anos" e que, neste momento, "é um movimento unido, apoiado pela esmagadora maioria dos cabindas".

Em entrevista telefónica concedida à DW África desde no interior do territorio Cabinda, Alexandre Tati Builu conclui: "Eu sou o presidente da FLEC / FAC que resiste no terreno neste momento."

DW África: A FLEC / FAC, o braço militar da FLEC, tem alguma capacidade militar? Quantos homens tem armados?

Alexandre Tati Builu (ATB): Não posso dizer-lhe exatamente quantos efetivos a FLEC / FAC tem neste momento. Digo-lhe simplesmente que a FLEC / FAC é justamente a mobilização do povo que está a resistir neste momento no território de Cabinda contra a ocupação angolana e contra a exploração e colonização que o povo de Cabinda continua a conhecer até hoje no território de Cabinda. Porque o povo quer libertar-se da escravatura, da dominação estrangeira. É este o ideal que nos move desde a geração de Simulambuco, passando pela geração dos anos 60, e que continua até este momento que falo consigo.

DW África: Neste momento, o Sr. Alexandre Tati pode movimentar-se dentro de Cabinda e no território angolano ou não é possível entrar na própria província de Cabinda?

ATB: Estamos no mato e não temos qualquer liberdade de movimentação. Há matanças e raptos de dirigentes da resistência. Há membros dos serviços secretos angolanos que vêm ao estrangeiro, onde nos encontramos, e compram membros de serviços secretos nesses países para poderem perseguir os membros da resistência de Cabinda. Se até somos perseguidos nos países vizinhos, fora de Angola, mais seremos no território sob jurisdição do Governo angolano...

DW África: A FLEC quer a independência total, incondicional, sem presença angolana em Cabinda? Ou está pronta a aceitar uma solução alternativa, como, por exemplo, a autonomia?

ATB: Nós, cabindas, dizemos o seguinte: Queremos a autodeterminação do povo de Cabinda, queremos ser administrados pelo povo de Cabinda e para o povo de Cabinda. Esse direito terá de ser referendado sob a égide das Nações Unidas. Os cabindas devem poder pronunciar-se sobre se querem ser angolanos ou se querem ter uma associação com os angolanos, ou com um outro povo qualquer. Os cabindas deverão ter o direito de se pronunciar livremente sobre este assunto.

DW África: Vocês têm aliados a nível internacional?

ATB: O nosso maior aliado é a força da razão! O que impera atualmente no território de Cabinda é a razão da força.

DW África: Por outro lado, o Governo de Angola continua a afirmar que não há qualquer conflito em Cabinda e que qualquer problema que porventura possa existir vai ser resolvido por via do diálogo...

ATB: O Governo de Luanda fala de diálogo, mas na prática só existe intransigência política, por parte de Angola, face ao problema de Cabinda. Não existe qualquer vontade de paz por parte de Angola. Nós não vemos qualquer sinal, qualquer vontade de diálogo.

DW África: O que é que pensa de personalidades como o Sr. Bento Bembe, que fez parte da resistência dos cabindas e agora faz parte do Governo angolano?

ATB: Bento Bembe foi um amigo pessoal. Ele esteve na resistência, conforme afirma. Infelizmente ele negociou a sua própria rendição.

DW África: Como avalia o trabalho de deputados de Cabinda, como o Sr. Raul Danda, que é deputado pela UNITA? Esses deputados fazem bom trabalho? Servem a causa dos cabindas?

AT: São cabindas, sim senhor! Podem-se pronunciar em nome de Cabinda. E o Raul Danda pode também fazê-lo. Mas o problema que se coloca é que essas instituições angolanas - como a Assembleia Nacional de Angola - são consideradas em Cabinda, pelo povo de Cabinda, como instituições que não toleram a emancipação do povo de Cabinda. A Constituição angolana não é favorável à emancipação do povo de Cabinda.

DW África: E como imagina o futuro do movimento independentista de Cabinda?

ATB: O povo de Cabinda nunca se vai render e vai continuar a resistir!

Fonte: DW

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01.08.2014   11h09'

FLEC Denuncia «reforço excessivo» de Efectivos Militares angolanos em Cabinda

Através de comunicado

Cabinda – Estanislau Miguel Boma, Chefe do Estado Maior Geral da Frente de Libertação do Estado de Cabinda / Forças Armadas de Cabinda (FLEC/FAC) denunciou através de um comunicado o «reforço excessivo e desproporcionado de efectivos militares no território de Cabinda» que qualificou de «atitude belicista do Governo angolano».

No mesmo documento o chefe militar da FLEC/FAC referiu também o aumento dos «choques armados entre as forças nacionalistas da FLEC/FAC» e as Forças Armadas de Angola (FAA) em Dinge e Massabi a 15 e 16 de Junho e de 11 e 20 de Julho que causaram a morte de «angolanos e cabindas».

Segundo Estanislau Miguel Boma as tropas angolanas, em represália, fazem «detenções arbitrárias, entre os quais pessoas de avançada idade, mulheres e crianças submetidas a actos de tortura física e moral» registados particularmente nas aldeias de Lico, Icazo, Bitchékete, Ntungu e Loango Pequeno.

Através do mesmo comunicado, o Chefe do Estado Maior Geral da FLEC/FAC solicitou a intervenção da Comunidade Internacional assim como das organizações de defesa dos Direitos Humanos na «libertação das populações civis inocentes que estão a ser torturadas em destacamentos militares espalhados em toda a extensão do enclave».

(c) PNN Portuguese News Network

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Version Portugaise Christelle Bento

FLEC Denonce le « renforcement excessif » des Effectifs Militaires angolais au Cabinda


Cabinda – Estanislau Miguel Boma, Chef de l'État-major Général du Front de Libération de l'Etat du Cabinda/Forces armées du Cabinda (FLEC/FAC) a dénoncé à travers un communiqué le « renforcement excessif et disproportionné de effectifs militaires sur le territoire du Cabinda » qu'il a qualifié d'« attitude belliciste du Gouvernement angolais ».

Dans le même document le chef militaire du FLEC/FAC a rapporté aussi à l'augmentation des « chocs armés entre les forces nationalistes du FLEC/FAC » et les Forces armées d'Angola (FAA) à Dinge et Massabi entre le 15 et 16 juin et du  11 au 20 juillet lequel ont causé la mort d'« Angolais et les cabindais ».

Selon Estanislau Miguel Boma les troupes angolaises, en des représailles, font des « détentions arbitraires, entre lesquelles des personnes âgés, femmes et enfants soumis à des actes de torture physique et morale » enregistrés particulièrement dans les villages de Lisse, d'Icazo, de Bitchékete, de Ntungu et de Loango Petit.

À travers le même communiqué, le Chef de l'État-major Général du FLEC/FAC a sollicité l'intervention de la Communauté Internationale ainsi que des organisations de défense des Droits Humains pour la « libération des populations civiles innocentes qui sont en train d'être torturées dans des détachements militaires éparpillés dans toute l'extension de l'enclave ».

(c) PNN Portuguese News Network
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17.06.2014  13h59'

Communiqué / Nécrologie:

Le Richissime Homme d'Affaire Cabindais APENELA nous aurait Quitté!





Selon des source Cabindaise Dieu aurait rappeler à lui, le 05 juin 2014.
Le Monument cabindais et Grand opérateur économique, Homme social politique, culturel, sportif aguerrit et humaniste, Monsieur ,APENELA appelé affectueusement aussi" Vieux Edo "

Que son Âme repose en Paix!

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01.05.2014      06h59'

Cabinda: Registados mais de 50 mil casos de malária



Tchiowa-City/Cabinda – Cinquenta e seis mil e 887 casos de malária, dos quais 58 resultaram em óbito, foram registados em Cabinda, no primeiro trimestre do ano em curso, informou sexta-feira, nesta cidade, a chefe do departamento de saúde pública e controlo de endemias da Secretaria territorial da Saúde, Carlota Tati.

A responsável, que falava no âmbito do Dia Mundial de Luta Contra a Malária (25 de Abril), adiantou que ainda no mesmo período registaram-se 779 casos de grávidas com malária, das quais 52 foram hospitalizadas.

De acordo com Carlota Tati, em igual período de 2013 as autoridades sanitárias tiveram o registo de 37 mil e 28 casos de malária, com 66 óbitos. Mil e 569 desses foram de gestantes, sendo 141 hospitalizadas.

Carlota Tati manifestou-se preocupada com a taxa de malária, devido aos vários pontos de estrangulamento persistentes, que podem anular os avanços conseguidos, reconhecendo contudo os esforços do sector da saúde, através dos seus técnicos e pessoal médico.

"Nesse sentido, o nosso primeiro apelo vai para a comunidade, cujo engajamento consciente e persistente na luta contra a malária, através da participação activa nos cuidados primários da saúde, saneamento básico do meio, uso constante do mosquiteiro, aterro de charcos, desmatação, recolha do lixo e não só, poderá contribuir significativamente para atingir objectivos definidos pelas nações unidades, minimizando os índices de morbimortalidade e debelando o seu impacto da economia e na produtividade", sublinhou.

Sob o lema "Manter ganhos à saúde, investindo no combate contra à malária", o acto do Dia Mundial da Luta contra a Malária, decorrido no recinto do Instituto Médio de Saúde (IMS), contou com a presença do vice-governador para o sector político e social, Victor do Espírito Santo, membros do governo, autoridades tradicionais, técnicos da saúde entre outros.

Salomâo Ntula


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03.04.2014  14h59'

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA RESOLUÇÃO, DO CONFLITO DE CABINDA.
UMA EXIGENCIA LEGÍTIMA, UM DESAFIO DEMOCRATICO, UM OBJECTIVO DA LEGÍTIMA DEFESA E DA RESISTENCIA CREDIVEL DO POVO DE CABINDA, ORGANIZADAS PELA FLEC NO AMBITO DO NOVO PROJETO PARA CABINDA E DO CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA


O fim do isolamento internacional da frente de libertação do estado de Cabinda, o fim da ocupação de cabinda e a independência política do território (ex- protectorado colonial de Portugal). A reabilitação do processo de Cabinda na união africana, na união europeia e nas nações unidas são os pressupostos necessários, urgentes e indispensáveis para a resolução democrática, pacífica, justa, séria e credível do conflito de Cabinda, de acordo com a vontade e o direito do povo de Cabinda plasmados no Tratado de Simulambuco.

A internacionalização é sobretudo uma responsabilidade actual e renovada inspirada fundamentalmente pelas boas práticas internacionais em matéria de resolução de conflitos de ocupação e de livre determinação (self – rule) e justificada nas razões e argumentos seguintes:

1.T tratado de Simulambuco celebrado exclusivamente entre Portugal e Cabinda, é um instrumento direito público internacional. É um documento jurídico com validou as vontade das partes constituindo deste modo uma fonte de direitos inalienáveis e imprescritíveis.

2.O documento foi validado pela Conferencia de Berlim organizada pelo chanceler Otto von Bismarck da Prússia (Alemanha) no dia 1º de Fev. de 1985, para a partilha da africa.

O problema de Cabinda é na sua essência um problema jurídico que não se esgota nas manobras políticas e militares ou eleitorais ou eleitoralistas (eleições angolanas organizadas e impostas no território ocupado de Cabinda, sob colonização, opressão e opressão policial e militar “democrática” de angola (mpla) que dura há 40 anos nunca podem ser livres muito menos justas.

 3.A Constituição Portuguesa de 1933 que vigorou até 1975 endossou cumprindo e validando os termos (a letra e o espírito) do tratado de Simulambuco.

4.Os acordos de alvor de 15 de Janeiro de 1975, no que toca a Cabinda, violaram por um lado a convenção de Viena no que aos tratados diz respeito, a constituição Portuguesa de 1933 em vigor na altura, a resolução 1514 de 16 Dezembro de 1960, das nações unidas, as resoluções das união africana que listaram cabinda como o território nº 39 por descolonizar, sendo angola o nº 35.

5. A ocupação de Cabinda foi levada a cabo por uma coligação de forças estrangeiras russo – cubano – angolanas no âmbito da operação carlota em 1974 paga pelos esquemas de corrupção activa e passiva ocorrida á margem dos acordos de alvor de 1975 em que o presidente Agostinho Neto e o mpla foram “agraciados” com um envelope / saco azul “escuro” de 500 milhões de dólares para permitir que a Gulf - oil company mantivesse os direitos de exploração do petróleo de Cabinda e apoiar a ocupação de Cabinda, em detrimento do direito internacional que assistia à Cabinda de ascender a soberania plena, á independência. Assim Cabinda ficou sequestrado e refém de angola e os seus cúmplices externos da parceria mafiosa, criminosa, terrorista e internacional que ocupa Cabinda.

6. Há 40 anos que o petróleo de Cabinda (o petróleo de sangue) vem sendo extorquido directa ou indirectamente os verdadeiros donos o povo de Cabinda, por uma comunidade de personalidades, empresas, estados, indivíduos, estrategas, operacionais terceiros ou alheios á Cabinda, chefiados pelo ocupante angolano. Esse recurso beneficia exclusivamente entidades estrangeiras que por via do benefício que retiram da presença hostil angolana em Cabinda (anexação, colonização, saque e humilhação) acabam por fazer parte do conflito.

7.Nesse sentido e concluindo, a solução do problema de Cabinda (crime internacional de ocupação) não deve ser deixado ao livre arbítrio e ao poder discricionário de angola (mpla) em regime de exclusividade e não pode nem deve ser deixada nas mãos de personalidades, agentes ou fantoches a manipulados e financiados pelo mpla ou por interpostas pessoas sob pena de agravar e adiar a solução, séria, justa, pacífica, definitiva e credível enquadrada pela Flec / conselho nacional do povo de cabinda, representativa de todas formações políticas da Flec, de outras denominações que integram o movimento independentista de Cabinda, da sociedade civil credível, responsável, esclarecida, descomprometida e resistente. Ela passa por uma conferência internacional que deve envolver (Cabinda (Flec), a comunidade internacional e angola). Tudo o resto que se processe fora deste quadro é espuma, o mesmo sucede as com teses oficiais do mpla / governo de angola sobre Cabinda é mais do que suspeito e sujet à caution.


CABINDA, AOS 03 De Abril de 2014
FLEC
CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA (NKOTO – LIKANDA)
COMISSÃO EXECUTIVA
DEPARTAMENTO DAS RELAÇÕES ESTEREIORES (DEX)