Cabinda Não é Angola! Le Cabinda N'est pas l'Angola! Cabinda Is Not Angola!
03.04.2014  14h59'

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA RESOLUÇÃO, DO CONFLITO DE CABINDA.
UMA EXIGENCIA LEGÍTIMA, UM DESAFIO DEMOCRATICO, UM OBJECTIVO DA LEGÍTIMA DEFESA E DA RESISTENCIA CREDIVEL DO POVO DE CABINDA, ORGANIZADAS PELA FLEC NO AMBITO DO NOVO PROJETO PARA CABINDA E DO CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA


O fim do isolamento internacional da frente de libertação do estado de Cabinda, o fim da ocupação de cabinda e a independência política do território (ex- protectorado colonial de Portugal). A reabilitação do processo de Cabinda na união africana, na união europeia e nas nações unidas são os pressupostos necessários, urgentes e indispensáveis para a resolução democrática, pacífica, justa, séria e credível do conflito de Cabinda, de acordo com a vontade e o direito do povo de Cabinda plasmados no Tratado de Simulambuco.

A internacionalização é sobretudo uma responsabilidade actual e renovada inspirada fundamentalmente pelas boas práticas internacionais em matéria de resolução de conflitos de ocupação e de livre determinação (self – rule) e justificada nas razões e argumentos seguintes:

1.T tratado de Simulambuco celebrado exclusivamente entre Portugal e Cabinda, é um instrumento direito público internacional. É um documento jurídico com validou as vontade das partes constituindo deste modo uma fonte de direitos inalienáveis e imprescritíveis.

2.O documento foi validado pela Conferencia de Berlim organizada pelo chanceler Otto von Bismarck da Prússia (Alemanha) no dia 1º de Fev. de 1985, para a partilha da africa.

O problema de Cabinda é na sua essência um problema jurídico que não se esgota nas manobras políticas e militares ou eleitorais ou eleitoralistas (eleições angolanas organizadas e impostas no território ocupado de Cabinda, sob colonização, opressão e opressão policial e militar “democrática” de angola (mpla) que dura há 40 anos nunca podem ser livres muito menos justas.

 3.A Constituição Portuguesa de 1933 que vigorou até 1975 endossou cumprindo e validando os termos (a letra e o espírito) do tratado de Simulambuco.

4.Os acordos de alvor de 15 de Janeiro de 1975, no que toca a Cabinda, violaram por um lado a convenção de Viena no que aos tratados diz respeito, a constituição Portuguesa de 1933 em vigor na altura, a resolução 1514 de 16 Dezembro de 1960, das nações unidas, as resoluções das união africana que listaram cabinda como o território nº 39 por descolonizar, sendo angola o nº 35.

5. A ocupação de Cabinda foi levada a cabo por uma coligação de forças estrangeiras russo – cubano – angolanas no âmbito da operação carlota em 1974 paga pelos esquemas de corrupção activa e passiva ocorrida á margem dos acordos de alvor de 1975 em que o presidente Agostinho Neto e o mpla foram “agraciados” com um envelope / saco azul “escuro” de 500 milhões de dólares para permitir que a Gulf - oil company mantivesse os direitos de exploração do petróleo de Cabinda e apoiar a ocupação de Cabinda, em detrimento do direito internacional que assistia à Cabinda de ascender a soberania plena, á independência. Assim Cabinda ficou sequestrado e refém de angola e os seus cúmplices externos da parceria mafiosa, criminosa, terrorista e internacional que ocupa Cabinda.

6. Há 40 anos que o petróleo de Cabinda (o petróleo de sangue) vem sendo extorquido directa ou indirectamente os verdadeiros donos o povo de Cabinda, por uma comunidade de personalidades, empresas, estados, indivíduos, estrategas, operacionais terceiros ou alheios á Cabinda, chefiados pelo ocupante angolano. Esse recurso beneficia exclusivamente entidades estrangeiras que por via do benefício que retiram da presença hostil angolana em Cabinda (anexação, colonização, saque e humilhação) acabam por fazer parte do conflito.

7.Nesse sentido e concluindo, a solução do problema de Cabinda (crime internacional de ocupação) não deve ser deixado ao livre arbítrio e ao poder discricionário de angola (mpla) em regime de exclusividade e não pode nem deve ser deixada nas mãos de personalidades, agentes ou fantoches a manipulados e financiados pelo mpla ou por interpostas pessoas sob pena de agravar e adiar a solução, séria, justa, pacífica, definitiva e credível enquadrada pela Flec / conselho nacional do povo de cabinda, representativa de todas formações políticas da Flec, de outras denominações que integram o movimento independentista de Cabinda, da sociedade civil credível, responsável, esclarecida, descomprometida e resistente. Ela passa por uma conferência internacional que deve envolver (Cabinda (Flec), a comunidade internacional e angola). Tudo o resto que se processe fora deste quadro é espuma, o mesmo sucede as com teses oficiais do mpla / governo de angola sobre Cabinda é mais do que suspeito e sujet à caution.


CABINDA, AOS 03 De Abril de 2014
FLEC
CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA (NKOTO – LIKANDA)
COMISSÃO EXECUTIVA
DEPARTAMENTO DAS RELAÇÕES ESTEREIORES (DEX)


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14.03.2014   07h29'

Chuva Deixa ao Relento Cerca de Duzentas Famílias em Cabinda



Cerca de duzentas famílias em Cabinda ficaram desalojadas, devido às fortes chuvas que se abateram sobre au Territorio nas últimas vinte e quatro horas, apurou a Imprensa.

Os dados foram tornados público segunda-feira, 10/03, naquela territorio ocupado ilegalmente pelo o governo de Angola desde 1975, pela administração municipal de Cabinda.

Com o objectivo de encontrar uma solução para o caso, o administrador municipal, Artur do Carmo Manuel, disse que a situação é alarmante, reuniu-se com representantes do corpo de bombeiros e da secretaria Territorial de assistência e reinserção social.

“A situação é extremamente alarmante, atingiu proporções incalculáveis. Estamos a trabalhar desde ontem, e demos conta que efectivamente, precisamos de uma intervenção ao mais alto nível. Neste momento, estão ao relento mais de duzentas famílias, com um agregado familiar a rondar as quinhentas pessoas”; sublinhou o administrador municip

Salomâo Ntula, Tchiowa-City Cabinda


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18.02.2014    12h59'
CONFRONTOS EM CABINDA

O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO DA PAZ E DA RECONCILIAÇÃO EM CABINDA NUNCA FOI UM POLÍTICO. FOI UM EPISÓDIO ANEMICO DO REGISTO HISTÓRICO DE NEGOCIAÇÕES E CONVERSAÇÕES DO GOVERNO DE ANGOLA PARA CABINDA. DAÍ O SEU FRACASSO RETUMBANTE E A SUA INEFICÁCIA DE GARANTIR A JUSTIÇA E A PAZ EM CABINDA. 

Na semana passada foram assinaladas em Cabinda, recontros militares entre as forças de legítima defesa e da resistência de Cabinda e as forças angolanas de ocupação, hostilidades que remontam aos anos 1975, na sequência da anexação ilegal e ilegítima de Cabinda em Alvor por angola (Fnla, Mpla, Unita)

A situação político – militar de Cabinda caracterizada por uma instabilidade político – militar e por uma precariedade estrutural económico, social e cultural, ambas em resultado do conflito jurídico e político que opõe Angola e Cabinda, inspirou declarações avulsas e equivocadas do registo colonialista habitual dos maiores partidos da oposição angolana no sentido de apelar o governo de angola e o partido do poder o mpla para tomar medidas sociais de fundo para supostamente beneficiar Cabinda.

A Flec apoiada pelo conselho nacional rejeita categoricamente, por um lado, as acções hostis de agressão policial e militar levadas a cabo pelos militares do exército ocupante de angola (mpla) e por outro, as declarações da Unita e da Casa – se que a Flec considera de redutoras e colonialistas, por entender que as legítimas aspirações e reivindicações do povo de Cabinda não são de todo de cariz social. No âmago do conflito e da problemática de Cabinda está uma questão política, o direito inalienável e imprescritível do povo de Cabinda á auto determinação e independência. Esse conflito tem uma solução jurídica, política, democrática de âmbito internacional.

A comunidade política de angola deve urgentemente proceder à devolução dos poderes de soberania dos Cabindas em Cabinda, seu território, ex - protectorado colonial Português, ocupado por Angola.

Cabinda,16 de Fevereiro 2014.

FLEC/CONSELHO NACIONAL DE CABINDA (NKOTO –LIKANDA)

A COMISSÃO EXECUTIVA

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10.02.2014   23h14'

CASA-CE Denuncia Combates entre Forças Armadas Angolanas e FLEC


José Lelo citou também desaparecimento de cidadãos naquela circunscrição do país.

O Secretário Provincial da CASA-CE em Cabinda diz-se preocupado com o clima de guerra que se vive naquela província.

Segundo o dirigente máximo da terceira maior força política naquela província há informações de confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e a Frente para a Libertação do Estado de Cabinda na localidade de Cata no Município de Buco Zau.

José Lelo diz que a última investida foi atribuída à FLEC no princípio do mês de Janeiro e nota-se uma grande movimentação das Forças Armadas Angolanas naquelas localidades: “O clima de guerra ainda persiste em Cabinda na medida em que se veem registando escaramuças entre os beligerantes (FAA e FLEC) na zona de Maiombe. Prova disso, é que a CASA-CE tem informações não pouco credíveis, segundo as quais teriam havido acções militares, na segunda quinzena do mês de Janeiro do ano em curso, na localidade de Cata – Buanga, Municipio de Buco – Zau cuja autoria foi atribuída às Forças Armadas da FLEC que teriam protagonizado uma acção militar que resultou em danos materiais de empresas de exploração de madeira na região, numa altura em que grandes efectivos militares das FAA estão baseadas naquelas matas”.

Na ocasião, José Lelo lembrou ainda que no mesmo município indivíduos ainda não identificados raptaram um cidadão de nome Francisco Faustino pertencente ao Comité Provincial da FNLA cujo paradeiro continua desconhecido.

“O secretariado Executivo da CASA-CE tem vindo a apelar que a presença de grandes efectivos militares nas matas onde os populares praticam a agricultura, caça e pesca tem causado muita insegurança as populações rurais sobre as quais ainda pesa a proibição de frequentarem as suas lavras”, disse.

Lelo revelou lamentar o desaparecimento, no final do mês de Novembro de 2013 na localidade de Chivolo, Município de Buco-Zau, de Francisco Faustino, membro do executivo provincial da FNLA, que lá se deslocou para a actividade de caça.

"Das buscas feitas pelos elementos das FAA na área foram encontrados os animais caçados, o telefone e a roupa do desparecido”, disse José Lelo, Secretário Provincial da CASA-CE em Cabinda, a manifestar a sua preocupação com a situação militar em cabinda e o desaparecimento de um cidadão ligado ao Comité Provincial da FNLA

VOA/CABINDA

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24.01.2014    10h44'

infos de Tchiowa / Cabinda


Cabinda: SME desmantela redes de imigrantes ilegais nas matas da regedoria de Subantando

Os Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), numa acção conjunta com outros órgãos operativos do Ministério do Interior e Forças Armadas Angolanas, desmantelaram na madrugada de hoje (quinta-feira), redes de imigrantes ilegais que residiam em lavras e pequenas florestas da Regedoria de Subantando (município sede de Cabinda), que culminou com a detenção de 147 cidadãos da RDC em situação migratória irregular.

De acordo com Pedro Pires, do gabinete de análises e informação do SME em Cabinda, que falou à imprensa, esta foi uma operação conjunta, denominada “Lolo”, cujo objectivo foi de responder as várias denúncias da regedoria de Subantando de que se vinha assistindo a um aumento de imigrantes ilegais da vizinha República Democrática do Congo nas matas da circunscrição.

“Foi uma operação com muito sucesso. Desmantelamos praticamente todas as cabanas onde estes cidadãos ilegais viviam há já algum tempo, exercendo actividades de cultivo de estupefacientes (liamba), corte de madeira ilegal, confecção de carvão para além de criarem grupos que se deslocavam nos centros urbanos para práticas de delinquência altamente perigosa”, disse.

Sublinhou que a situação é tido de preocupante, sobretudo quando tomamos conhecimento que nos arredores da cidade de Cabinda tem havido ou existido grupos de imigrantes ilegais que exercem actividades fora do comum e que praticam acções de delinquência nos centros urbanos até mesmo práticas de homicídio voluntário.

“O SME não vai parar com as acções de combate à imigração ilegal e através da nossa cartilha informativa redobraremos os nossos esforços contando com a colaboração da população, sobretudo dos regedores, sobas e coordenadores de bairros que denunciam aqueles que promovem e auxiliam essa prática que inquieta as autoridades angolanas”.

Fonte: Africanews

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Cabinda: Menor de 12 anos suicida-se por ter sido proibida de assistir a novelas
Uma criança de 12 anos, do sexo feminino, suicidou-se quarta-feira, no bairro Chiweca, cidade de Cabinda, por ter sido proibida de assistir a novelas pelo pai.

A mãe, Henriqueta Muamulundongo, afirmou que o pai proibia a filha assistir a novelas, tendo em conta a sua pouca idade, aconselhando-a dedicar-se aos estudos e à igreja.

Quarta-feira, a mãe tomou conhecimento de que a malograda continuava a assistir a novelas razão pela qual recordou-a de que o pai não gosta desse hábito, esclarecendo sobre os riscos resultantes das novelas.

Momentos depois a família foi surpeendida com o suicídio insólito da menina por enforcamento no quarto em que dormia.
Fonte: Africanews
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01.01.2014  00h00'

MONTAGEM DO REGIME ANGOLANO SOBRA A "CAPTURA" E ESPANCA DO MÚSICO  EUCLIDES DA LOMBA NUMA "BASE" DA FLEC.




INFO DU SIFL: A Direção política da FLEC desmente qualquer relação e ignora ter recebido o Músico angolano EUCLIDES BARROS DA LOMBA que é membro do Governo angolano.

Nenhum Maquis real da FLEC ou suposto como tal não recebeu um convidado  com Titulo do Secretário à Cultura angolana em Cabinda, pela simples razão o este Sr. e a sua família fazem parte do sistema autocrático da força ocupante, Os problemas entre o regime e o seus aliados não se refere em nada aos responsáveis da FLEC e menos ao povo sofredor de Cabinda.

Esta noticia sobre a captura do musico na "Base" da FLEC é uma clara mentira. Tem como objectivo atingir o Sr Euclides da Lomba e a sua familia.Já nos anos 90 euclides da lomba foi difamado com o mesmo teor de noticias e agora os detractores vem com a mesma carga. Se há um objectivo politico do  MPLA atraz disso deixem de usar pessoas inocentes.

Porque esas noticia não está a ser difundida por outros sites dos Cabindas e jornais internacionais? Também não foi desmentida pelo próprio Euclides da Lomba. Onde realmente que o músico/diplomata se encontra neste momento?

Tudo muito estranho com essas falsas informações!

Ouvimos em Cabinda  um Caboverdiano (quem requereu o anonimato) proximo da familia Da Lomba Déclarou:"Esta noticia é falsa porque quando vi esta noticia nas redes sociais, como amigo pessoal do Euclides da Lomba, peguei no telefone e liguei para ele para ter uma confirmacao. Qual foi o meu espanto, o Da Lomba desmentiu a noticia e convidou-me que fosse a casa dele para eu ter a certeza do desmentido. La fui e vi um Da Lamba saudavel e sorridente uma caracteristica que lhe e peculiar. Disse-me que alguem de ma fe lhe quer ver mal. Meus caros compatriota o da Lomba esta bem de saude sem nenhum aranhao".

nos estamos a lutar pela nossa terra ocupada ilegalmente por os angolanos, cabinda não e nunca foi Angola, não e' angola e nunca serà território de angola assim disse Deus , nos somos muito diferente com povo angolano.

Na FLEC estamos determinado, Ma Ngoio, Ma kongo e Maluango mbembu mueka nsi mueca, os angolanos deve saber que os cabindas vao lutar até a Morte de mesmo modo que eles lutaram com os Tugas pra a libertaçâo da terra deles em africa austral!

A informação parece é um conto de fada para distrair as pessoas!
Caros compatriota o Sr da Lomba e comparses familiares Sâo membros  do MPLA e nâo sâo de Cabinda apesar nascidos na quela terra.

Devemos ser esclarecidos sobre esse caso:. A FLEC NUNCA RECEBEU ESTE Sr NUMA QUALQUER BASE!

Viva Cabinda , viva FLEC

Petit John ( Chefe dos SIFL/serviços de inteligência cabindesa da FLEC)


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28.12.2013   23h35'


GRANDE ENTREVUE DU DR MAKUA KONDO QUI LEVE LE VOILE SUR LE PARCOURS DE RAUL PANDA ET SÛR LES ORIGINES DE DOS SANTOS....



             PRA SEGUIR A ENTREVISTA  COM UM DISCURSO DE FALCÃO

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La Nationaliste Angolaise Maria Mambo Café Repose au Cimetière Alto das Cruzesà Luanda en Angola!


La dépouille accompagnée à sa dernière demeure par des Angolais à qui elle avait dévouée sa vie  entière

Luanda - Sous les regards chargés de larmes avec des messages et cantiques d’émotions non contenues, a été remise vendredi, sous la terre au Cimetière Altos das Cruz, à Luanda, la dépouille mortelle de la nationaliste angolaise d'origine cabindaise Maria Mambo Café, décédée le 1er décembre au Portugal des suite d'une longue maladie!

Plusieurs personnalités de la scène politique et de la société civile angolaise, notamment le Président de la République d'Angola, José Eduardo dos Santos, et son  vice- président, Manuel Vicente, ont assisté à l’enterrement de l’ancienne députée et membre du bureau politique du MPLA.

La dépouille mortelle de Maria Mambo Café avait été exposée à l’Assemblée Nationale Angolaise, où plusieurs personnes, dont des militants de son parti,  des "diplomates" et des politiques lui auraient rendu hommages.

Après, une messe a été dite à l’Eglise Méthodiste Centrale, avant de se diriger vers le cimetière Alto das Cruzes, où plusieurs citoyens attendaient depuis les premières heures.

À l’entrée du cimetière, le Président de la République d'Angola, José Eduardo dos Santos, et le  vice-président, Manuel Vicente, ont accompagné le cercueil, suivis du président de l’Assemblée Nationale, Fernando da Piedade Dias dos Santos, des présidents de la Cour Constitutionnelle, Rui Ferreira, et de la Cour des Comptes, Cristiano André.

Le vice- président du MPLA (parti au pouvoir), Roberto de Almeida, et le secrétaire général de la même formation politique, Julião Mateus Paulo, ainsi que la Première Dame de la République, Ana Paula dos Santos, ont aussi accompagné la dépouille mortelle de Maria Mambo Café jusque dans la chapelle du Cimetière (…).

Prenant la parole au nom de la famille, une nièce de la défunte, Isabel Café, a décrit sa tante comme une femme sage, ayant un esprit de leadership exceptionnel.

Elle a remercié le Président de la République, José Eduardo dos Santos, pour tout l’appui accordé à Maria Mambo Café, durant les 18 ans au cours desquels la nationaliste a lutté contre un cancer maligne.

Dans le même cadre, le député Miguel Zau Puna, "oncle" de la défunte, a réitéré les remerciements à tous ceux qui se sont solidarisés à ce triste moment, surtout à la famille qui avait pris soins de la nationaliste à son arrivée à Luanda, en provenance de Cabinda, d’où  elle était originaire.

Par ailleurs, le secrétaire général du MPLA, Julião Mateus Paulo, a dit dans l’oraison funèbre que Maria Mambo Café était une combattante infatigable pour la libération nationale angolaise et l’affirmation de l’Angola comme Nation indépendante.

Avant l’enterrement, l’évêque émérite de l’Eglise Méthodiste Unie, Emílio de Carvalho, a sollicité à Dieu de recevoir l’âme de Maria Mambo Café.

Maria Mambu Café avait assumé plusieurs fonctions, dont celles de la Ministre d’État Chargée de l’Economie et du Social; elle avait été élue  députée à l’ Assemblée Nationale en 1992 et réélue en 2008 comme  membre du Bureau Politique du Comité Central du MPLA, lors des   II, III, IV, V et VI Congrès.

Maria Mambo Café est née à Cabinda le 6 février 1945, elle était formée en Economie dans l’ex-Union Soviétique, en 1968.

Africa australe news


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04.12.2013     04h45'


Maria Mambo Café est Décédée à Lisbonne!

Décès de Maria Mambo Café consterne le bureau politique angolais du MPLA et non le FLEC

Lisbonne- une source du comité du Mouvement Populaire de Libération de l'Angola (MPLA) dans la capitale portugaise a annoncé dimanche le décès de la nationaliste angolaise Maria Mambo Café, survenu dimanche au Portugal, de suite de maladie.

le décès de l'angolaise d'origine Cabindaise Maria Mambo Café Née à Tchiowa au Cabinda le 06 février 1945, l’illustre disparue, membre du Bureau Politique du MPLA, est formée en économie dans l’ex-Union Soviétique en 1968.

Nationaliste de fortes et fermes convictions, dans les années 60, du siècle dernier, Mambo Café avait rejoint le restreint groupe clandestin d'angolais qui de façon organisée se sont battus pour une Angola libre et digne vis à vis du Portugal.

Elle a intégré divers groupes de nationalistes angolais, lesquels, entre 1960 et  1963 se sont envolés pour l’ex-Congo Léopoldville pour rejoindre la lutte de libération nationale angolaise conduite par le MPLA.

Mambo Café “Tchyina” est détentrice d’une trajectoire politique irrépréhensible dans la lutte pour la libération et la démocratie en Angola.

Parmi les fonctions assumées par la politique, un document souligne que la regrettée fut secrétaire de l’organisation de la femme angolaise (OMA, branche féminine du MPLA) au Congo Léopoldville, membre active de la JMPLA, secrétaire du Président Neto, directrice adjointe et professeur du CIR de la zone C de la IIIème région politique-militaire et en 1971 et  membre du membre du comité Directeur du Mouvement MPLA.

Elle a intégré les délégations du MPLA arrivées à Luanda le 08 novembre 1974 et dans les négociations avec la puissance coloniale Portugaise qui ont culminé aux accords d’Alvor en janvier 1975 intégrant ainsi le Cabinda sa terre natale dans l'Angola communiste.

A l’indépendance de l’Angola, le 11 novembre 1975, Maria ,Mambo Café a encore assumé diverses fonctions notamment de secrétaire du Comité Central en charge de la politique économique et sociale et  de ministre d’Etat à l’économie et social.

Le Bureau politique du MPLA note surtout le rôle de Maria Mambo Café dans la lutte pour l’émancipation des femmes angolaises et par l’égalité de droits et devoirs entre hommes et femmes, étant membre active du comité National de l’OMA. Députée de l’Assemblée du peuple, de l’Assemblée nationale, membre du Bureau Politique du Comité Central à plusieurs congrès.

Sans autres détails, la source angolaise s’est limitée à annoncer cette triste nouvelle, précisant que l’Angola venait de perdre  « l’une de ses meilleures filles ».

NB:Pour les responsables politiques cabindais, l'éphémère "Gouverneure" du Cabinda Maria Mambo Café avait fait son choix libre celui d'être angolaise et non Cabindaise comme tant d'autres originaires du Cabinda, tels que : Nzau Puna, Pedro Maria Tonha, André Santana etc.

©CBN-Cabinda Broadcast Network.

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25.11.2013    00h30'

Message de Condoléance à la Famille de notre Frère



Chers compatriotes, parents et amis de lutte pour la cause du Cabinda.

En ma qualité d'Ambassadeur du Cabinda en exil dans les pays de la Scandinavie. Je suis frappé par la mort brutale de Audin Stanislas Kimbakala et je vous confirme que je partage avec vous cette triste nouvelle qui nous ait frappée concernant la mort brutale de notre frère, compatriote et amis de lutte Audin Stanislas Kimbakala que j'avais rencontré pour la dernière fois à Paris en 2007 lors de la réunion des membres du bureau politique du FLEC présidée par le doyen Nzita Henriques Tiago.

-Mes condoléances à la famille directe du défunt Audin Stanislas Kimbakala.
-Mes condoléances à la communauté cabindaise en France pour la mort de notre frère défunt Audin Stanislas Kimbakala. 

J'implore à notre seigneur Jésus Christ de conduire l'âme de notre compatriote, frère et amis Audin Stanislas Kimbakala au paradis. Que son âme repose en paix. Par le Christ notre seigneur. Amen

Monsieur l'Ambassadeur Fernando Natalicio Chincocolo

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16.11.2013   19h 30'

  Le Cabinda em Deuil

Mr Stanislas Cypriano Audin KIMBAKALA BUCO, ex représentant du FLEC en France et Membre de la Commission Politique Permanente du FLEC est décédé le 15 novembre 2013 a 20 h de crise cardiaque.....

une fois
encore la résistance Cabindaise perd un de ses fils et fervent défenseur de la liberté générale.
Paix à son Âme.

NB:la suite des obsèques vous sera communiqué dans les prochaines heures...

©CBN-Cabinda Broadcast Network

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Version Portugaise
 Cabinda em Luto

  Sr. KIMBAKALA BUCO Estanislau, ex representante da FLEC em França e Membro da Comissão Política Permanente da FLEC falceu ontem as 20:00 de crise cardíaca.....

Uma vez
ainda a resistência de Cabinda perde um dos seus filhos e fervente defensor da liberdade geral.
Paz à sua alma!

NB
:as
exéquias fúnebres será comunicado nas próximas horas

©CBN-Cabinda Broadcast Network

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03.11.2013    18h59'

PRONTA REAÇÃO E RESPOSTA FIRME DA FLEC ÀS DECLARAÇÕES DO SR. JULIÃO PAULO “DINO MATROSS” MEMBRO DO BUREAU POLÍTICO E SECRETÁRIOGERAL DO MPLA NA REGIÃO BELIZE NO PROTETORADO/TERRITÓRIO OCUPADO DE CABINDA, NO PASSADO DIA 10 DE OUTUBRO DE 2013.


Em nome do povo de Cabinda e á atenção da comunidade nacional de Cabinda, de Angola, de Portugal e da comunidade da sub – região da Africa Central, e da Comunidade internacional (de Miconge ao Yema e de Massabi até ao Zenze do Lukula, o Conselho nacional do povo de Cabinda digna e superiormente representado pelo seu secretário nacional, a Frente de Libertação do estado de Cabinda, agindo em legítima representação do povo de Cabinda, na defesa do Tratado de Simulambuco e da independência e liberdade do povo de Cabinda, contra a referência mundial democrática que é o estado angolano do mpla, que desde 1975 ocupa ilegalmente e coloniza o territorio de Cabinda.

A Flec reafirma que o caos em Cabinda vigora desde 02 de Nvembro de 1974, quando as tropas angolanas do mpla e outras ,apoiadas pelo comunismo internacional dito internacionalismo proletário em angola na vanguarda do qual se encontra até à data o mpla destacado membro da Internacional Socialista que mantém 60.000 homens armados em Cabinda para continuar a promover gravíssimas violações de direitos humanos e do povo de Cabinda à auto – determinação e independência.

A Flec faz sua a tese do povo de Cabinda e em particular das polulações de Belize segunda a qual o mpla não faz nada em Cabinda, pior agrava as contradições e as trapalhadas políticas processo de Cabinda.

O mpla caricaturou e liquidou o Memorando de Entendimento. Evita a Flec resistente, esclarecida e patriótica, mata as iniciativas da Flec que só serve na perspectiva de angola para ser dividida e corrompida, ilegalizou a Mplabanda, mata as iniciativas diplomáticas da Flec na União Europeia, na União Africana e nas Nações Unidas, Reforça a presença militar em Cabinda e nos países vizinhos, Invade o Congo Brazzaville, controla alguma imprensa internacional com o fim de não dar voz ao povo de Cabinda, desvia o fundo soberano do petróleo de Cabinda, enterra o processo de Cabinda reprime as liberdades civis e políticas, a liberdade de expressão, não consegue construir o porto internacional de Cabinda e faz prisões arbitrárias e excuções sumárias, detenções em prisões clandestinas e secretas para não falar do terrorismo político e social de estado ultra – fronteiriço que promove em Cabinda para atingir os combatentes de liberdade de e refugiados de Cabinda, que resitem em legítima defesa contra a colonização angolana.

A 40 anos que o caos da presença angolana em Cabinda suscita preocupação. Esta é a noção exacta que a comunidade internacional tem da situação de Cabinda que o povo de Belize patrióticamente denúncia e bem. A Pax angolana e a a Independência de Angola são um pesadelo político, social e económico para Cabinda e os Cabindas.

As petrolíferas e o estado angolano não fazem nada, nada mesmo em Cabinda onde o
desemprego incita à emigração para angola, precariza o empresariado local. O povo de Cabinda está refém do estado e da democracia angolana do mpla.
A FLEC
Stephane Barros
SECRETARIO GERAL (NACIONAL)
PORTA VOZ OFICIAL DO MOVIMENTO INDEPENDENTISTA DE CABINDA
desemprego incita à emigração para angola, precariza o empresariado local. O povo de Cabinda está refém do estado e da democracia angolana do mpla.

PARA A FLEC
Stephane Barros
SECRETARIO GERAL (NACIONAL)
PORTA VOZ OFICIAL DO MOVIMENTO INDEPENDENTISTA DE CABINDA


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08.08.2013  12h59'

Cabinda: Para o Secretario pra Relaçoês Exteriores da FLEC, o Conflito Nunca está Resolvido !



Tchiowa, 08 ago (Cab) - A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), a mais antiga organização independentista do continente africano, completa este mês 50 anos, e em Cabinda o conflito nâo está como resolvido.

Está dado como nâo resolvido e a luta pra libertaçâo continua sempre enquanto o regime sanguinàrio do MPLA do Presidente angolano José Eduardo dos Santos continua a politica das divisões entre as várias fações em que se dividiu a FLEC até hoje.

Na ocasião, Sr Mangovo Ngoyo, então Secretario Para Relaçôes Eteriores do Governo Cabindês no Exilo e que esteve presente numa reuinâo em Londres, foi claro: "Desde 1975 em Cabinda continua a existir um conflito armado, contra a ocupaçâo ilegal de Angola.

Se ano de 2002 marcou o fim da guerra civil de  mais 30 anos em Angola, entre a UNITA e as forças governamentais do MPLA, em Cabinda a Luta de Libertaçâo ainda continua sempre.

o Memorando assinado entre Bento Bembé e O governo de Angola é uma fantochada nunca foi reforçada cerca de quatro anos depois, nenhumas fações da FLEC nunca reconheceram este ultima farsa e folkore dos Angolanos pra enganar a comunidade internacional.

A pesar, com o reforço policial e militar (50.000)angolano no Territorio de Cabinda, a atividade da FLEC é limitada às zonas das matas do Maiombe.

A progressiva normalidade não mais voltou a ser perturbada e, agora, as notícias que chegam de Cabinda falam, para celebrar o quintissimo aniversário da criaçâo da FLEC a realização de uma reuniao comemorativa do ato foi feita em Londres.

Jà nas Matas Os militares cabindas se reunirem pra eliger nova liderança a cabeça da FLEC com uma noma direçaô politica pra chefiar o novo ciclo aonde a juventude de Cabinda vai fazer-se entender mais que no passado.

Entretanto, a FLEC nâo vai parar a sua luta pra a auto determinaçâo para o território.!

Para o Sr Mangovo Ngoyo os responsaveis da FLEC pretendem optar pelo diálogo e abertura pra as propostas com todos os cabindas lhes estendem os braços e, se quiserem, porque o que nos une é mais importante o que nos divide.

O Territorio de Cabinda tem sido palco desde a independência de Angola, 11 de novembro de 1975, de uma luta pela independência total e separada de Angola, desencadeada ao longo dos anos por diferentes fações cabindas, a FLEC é como a única que ainda mantinha uma resistência politica militar econtestaçâo à administração do territorio por parte de Luanda.

Separada de toda Angola pelo territorio da Republica Démocratica do Congo(+65 km), Cabinda possui significativos recursos naturais, em que as reservas petrolíferas representam cerca de metade da produção diária de quase 1,8 milhões de barris de petróleo angolanas. Mas toda essa riqueza é roubada pelos Angolano sem por entanto desenvolver essa terra de Makongo-Mangoyo e Maloango situada na Africa central e, ntre ops dois Congos e nâo ten nada aver com Angola situada em Africa austral.

Por Sr Mangovo Ngoyo, Secretario Para Relaçôes Eteriores do Governo Cabindês da FLEC « A pesar das manobras dos Angolanos e seus apoiantes traidores Cabindas eles fazem só muita boca e propaganda dos Monguna/Bibali esses buffas e Palhaços sao todos ao saldo do Regime e fazem o jogo dos angolanos ELES NAO TÊM AUTORIDADE PARA FALAREM EM NOME DO POVO DE CABINDA » diz aquele responsavel politico Cabinda.

©CBN-Cabinda Broadcast Network.

  www.youtube.com/watch?v=L6hp4DmH3CO
                                             

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13.12.2013   00h45'